C-Fractionals
Senioridade de C-level. Ao alcance da sua empresa.
O conhecimento está ao alcance de todos. A experiência de decidir com ele, não.
Executivos sêniores em regime fractional. Uma cadeira de verdade na sua empresa, pelo tempo que ela precisa ser ocupada.
Quatro situações, e o mesmo problema embaixo das quatro
Nenhuma delas é sobre falta de gente. São todas sobre falta de repertório na hora em que ele é necessário.
A decisão chegou e ninguém na sala já tomou uma dessas.
Trocar o ERP, preparar uma captação, decidir entre construir e comprar, abrir um canal novo, integrar duas operações depois de uma compra. São decisões que aparecem uma vez a cada muitos anos, e o repertório para tomá-las se acumula em anos de cadeira executiva — que a sua empresa não tem motivo para sustentar o ano inteiro.
Quem tem o repertório na mesa trabalha para o outro lado.
O fornecedor especifica, executa e atesta a própria qualidade. A agência propõe a campanha e mede o próprio resultado. O assessor estrutura a operação e é remunerado por ela sair. O arranjo funciona enquanto tudo dá certo — e desmonta exatamente quando você mais precisa dele.
A cadeira vagou, ou a contratação travou.
O diretor saiu, o comitê hesita, o orçamento foi remanejado: a posição fica aberta no papel e morta na prática, e a operação segue sem ninguém naquela cadeira. Uma busca de C-level leva meses. A decisão que está na mesa não espera esses meses.
Há um diretor na cadeira, e um projeto que ninguém faz duas vezes.
A cadeira está ocupada, e bem ocupada — e apareceu uma frente que não se repete: uma migração, uma integração depois de uma compra, uma troca de plataforma. Ninguém acumula repertório no que acontece uma vez só. O que entra é reforço, com escopo combinado, somado a quem já está na cadeira e pelo tempo que o projeto durar.
Em todas, a empresa precisa de repertório de diretoria por um tempo determinado — e contratar em tempo integral é a forma errada de conseguir isso.
Quem defende o seu interesse na mesa
Quando você contrata uma software house, ela especifica o que será feito, ela desenvolve e ela mesma atesta a qualidade do que entregou. As três pontas são a mesma parte. O arranjo funciona enquanto tudo dá certo — e desmonta exatamente quando você mais precisa dele.
Com um mandato C-Fractional existe, dentro do projeto, alguém cujo trabalho é o seu interesse: quem escreve o requisito, questiona o escopo, testa o que foi entregue e diz não quando é preciso dizer não. Vale para fábrica de software, para implantação de ERP, para contrato de nuvem, para integrador — para qualquer contrato técnico grande o bastante para doer.
É a diferença entre comprar uma entrega e ter alguém responsável por ela ser a entrega certa.
Conflito de interesse
Um executivo em tempo integral é exclusivo por construção. Em regime fractional, exclusividade é cláusula — e por isso ela está escrita no contrato.
Concorrente direto, nunca a mesma pessoa.
Enquanto o seu mandato existe, e por seis meses depois, quem ocupa a sua cadeira não ocupa a de um concorrente seu. Não é barreira de informação: é ausência. Ninguém separa uma pessoa do que ela já sabe.
Quem é seu concorrente é você quem diz.
A lista de empresas fora do alcance é sua, entra no contrato e pode crescer durante o mandato. Em tecnologia, ter visto o mesmo problema no seu setor costuma ser vantagem; em marketing e vendas, quem conhece o seu funil é o risco. A linha é você quem traça.
A rede existe para o próximo poder ser atendido.
Quando chega um concorrente seu, a resposta é outro profissional — sem nada em comum com o seu mandato: nem material, nem acesso, nem conversa. E quando não há quem atenda, dizemos que não.
O que o seu mandato produz é seu.
Requisitos, modelos, avaliações e playbooks ficam na sua empresa. O profissional leva repertório; material seu não sai com ele.
Senioridade deixou de ser questão de tamanho
As decisões que mais custam caro em tecnologia — arquitetura, construir ou comprar, quem contratar primeiro, como usar IA sem entregar os próprios dados — dependem de um repertório que se acumula em anos de cadeira executiva. Ter esse repertório dentro de casa sempre foi privilégio de quem podia sustentar um executivo em tempo integral.
O regime fractional quebra essa relação. A cadeira é ocupada pelo tempo que precisa ser ocupada, e você decide com o mesmo repertório que a empresa grande tem — sem a estrutura que ela precisa manter.
Na prática: você pode conduzir a escolha de um ERP com alguém que já conduziu outras; pode ter quem sente do seu lado da mesa numa negociação com fornecedor; pode montar uma estratégia de IA com governança desde o primeiro dia, em vez de descobrir a conformidade depois.
E o raciocínio não para na tecnologia. Preparar uma captação com um CFO que já passou por due diligence do outro lado, ou reposicionar a marca com um CMO que já fez isso, é o mesmo movimento — senioridade pelo tempo em que ela é necessária, sem abrir uma vaga de diretoria para isso.
O que é um mandato C-Fractional
Uma cadeira executiva ocupada de verdade. O profissional decide, responde pelo que decidiu e presta contas — em regime fractional, dimensionado ao tamanho da sua operação.
O que não é
Não é alocação de mão de obra.
Você não compra horas de um técnico; ocupa uma cadeira.
Não é consultoria de diagnóstico.
Diagnosticar é o começo do trabalho, não a entrega. Termina com a decisão tomada e implantada — ou não terminou.
Não é mentoria.
Mentor opina e vai embora. Executivo assina embaixo.
Não é fábrica de software.
Quando há desenvolvimento, quem responde pelo seu interesse é o mandato, não quem está desenvolvendo.
As cadeiras
Qualquer cadeira de diretoria pode ser ocupada em regime fractional — a lógica é a mesma em tecnologia, finanças, marketing ou operações. Estas são as que operamos hoje:
CAIO — Chief AI Officer
Uso de IA com soberania de dados, governança e LGPD desde o desenho, e habilitação do time para produzir com IA dentro de limites seguros.
CDO — Chief Development Officer
Condução de projetos e de fornecedores pelo lado de quem contrata: requisito, escopo, acompanhamento e aceite.
CSO — Chief Sales Officer
Estratégia de crescimento comercial, governança do funil e forecast, liderança da equipe de vendas e rentabilidade de clientes.
CTO — Chief Technology Officer
Arquitetura, decisão de construir ou comprar, estrutura e maturidade do time, governança e roadmap.
Se a cadeira que a sua empresa precisa não está nesta lista, a conversa começa do mesmo jeito — e dizemos na hora se temos alguém, inclusive quando não temos.
Alguns mandatos
Mandatos conduzidos pelos executivos da rede.
Fundo de venture capital5 meses
A diretoria passou a decidir com número na mesa, não com apresentação de fornecedor.
Seguradora, agro5 meses
Avaliação de risco sem depender de vistoria em campo.
Gestora de investimentos, ativos judiciais8 meses
Uma triagem que levava dias passou a levar minutos.
Software de dados em tempo realCRO fractional
Forecast de 45% para 75% de precisão, com o plano de vendas cumprido.
Como funciona
Vender uma cadeira executiva por fração do tempo obriga a resolver três coisas que o modelo tradicional cobra do cliente para ignorar: provar o que foi feito, controlar o que foi consumido e atravessar as primeiras semanas — as mais caras — sem transformá-las num projeto à parte.
Sem multa e sem prazo mínimo.
Se deixa de fazer sentido, encerra-se. A permanência é resultado, não cláusula.
As primeiras horas são para entender — e não viram fatura à parte.
Nenhuma recomendação antes de ler o cenário: quem chega com a resposta pronta está vendendo, não decidindo. E ler o cenário não é um estudo cobrado antes da primeira entrega — está dentro do mandato, como parte dele.
Horas não usadas rolam.
O que não foi consumido num mês fica disponível no seguinte, dentro da validade combinada. Você não paga duas vezes por capacidade que não usou.
Quando o mês exige mais, a capacidade extra é sua.
Uma implantação, uma due diligence, uma virada: a capacidade extra é autorizada por você antes de ser consumida — e não reabre negociação.
Prestação de contas todo mês.
Um extrato do que foi feito, por quem e quando, num portal onde você acompanha e homologa. Sem pedir relatório, sem esperar reunião.
A cadeira executiva
A fração que sua empresa ocupa
Você paga a parte. Decide com o todo.
O acompanhamento é semanal e o mandato se mede em meses, não em sprints. Continuidade é metade do valor: quem entra e sai a cada projeto nunca chega a conhecer a empresa.
Conte o seu cenário
A primeira conversa serve para entender o problema e dizer com franqueza se um mandato fractional é a resposta — inclusive quando não é.