Quando a vaga, como está escrita, não tem candidato

Quando a busca não fecha, você não recebe. Você trabalhou o mapeamento, montou a lista, conduziu as entrevistas — e o encerramento veio por um motivo que nunca foi seu: o pacote não alcança o perfil, a diretoria congelou a decisão, ou o cliente descobriu que o que ele tem é um projeto de oito meses e não um cargo. A conta some do pipeline, o trabalho não volta e a relação esfria por um semestre.

A C-Fractionals existe para essas buscas. Não para competir com as que fecham.

No fundo, é hunting

Existe um perfil a definir, uma busca a conduzir, um profissional apresentado ao cliente e uma cadeira que passa a ser ocupada por ele. O que muda é o regime — parcial em vez de integral — e o horizonte, medido em meses em vez de anos. A lógica do seu trabalho é a mesma; o que muda é o instrumento que você tem na mão quando o cargo integral não é viável.

A cadeira é ocupada de verdade: o executivo decide, responde pelo que decidiu e presta contas. Acompanhamento semanal, mandato medido em meses, sem prazo mínimo e sem multa.

Quatro buscas que você reconhece

O pacote não alcança a senioridade.

O cliente descreve um CTO com quinze anos de estrada em ambiente regulado e oferece o pacote de um gerente sênior — você sabe que a lista vai ser recusada antes de terminar de montá-la. O que oferecer: a mesma senioridade em fração do tempo, dentro do orçamento que de fato existe.

A vaga é um projeto vestido de cargo.

Escolher e implantar o ERP. Decidir entre construir e comprar. Montar a estratégia de IA sem entregar os dados da empresa a um fornecedor. Integrar a TI depois de uma aquisição. São decisões de seis a doze meses, não carreiras de cinco anos — e quem é contratado em tempo integral para elas fica sem função quando terminam, ou sai antes. O que oferecer: um mandato pelo tempo da decisão, sem criar cargo permanente para um problema que tem fim.

A busca congelou.

O comitê hesita, o orçamento é remanejado, a prioridade muda: a posição fica aberta no papel e morta na prática, e a operação segue sem ninguém naquela cadeira. O que oferecer: a cadeira ocupada enquanto a decisão de contratar amadurece — e se a contratação definitiva sai, o mandato encerra, sem multa e sem prazo mínimo.

O cliente não sabe descrever o que precisa.

A descrição da vaga foi escrita por quem nunca ocupou aquela cadeira, e você apresenta candidatos bons para ouvir “não é bem isso” três vezes seguidas. O que oferecer: alguém que ocupe a cadeira e escreva o perfil por dentro.

O mandato abre buscas que não existiam

Uma cadeira de C-level ocupada não substitui contratações: ela as define. Parte do trabalho de um mandato de CTO é o desenho do time — quem contratar, em que ordem, com qual perfil.

Em mandatos conduzidos pelos nossos executivos isso saiu como entregável formal: definição dos perfis técnicos, separando o que precisa ser permanente do que é temporário, skills exigidas por tecnologia e provedor, e gap analysis do time existente. O objetivo declarado desse material é orientar o hunting.

Onde havia uma vaga travada de diretoria, passam a existir posições de engenharia, dados, produto e liderança técnica — com perfil escrito por quem ocupa a cadeira, prioridade definida e orçamento justificado por resultado em vez de suposição. São buscas mais rápidas de conduzir, porque a especificação já vem pronta, e menos sujeitas a rodadas de lista recusada.

Alguns mandatos

  • Fundo de venture capital5 meses

    A diretoria passou a decidir com número na mesa, não com apresentação de fornecedor.

  • Seguradora, agro5 meses

    Avaliação de risco sem depender de vistoria em campo.

  • Gestora de investimentos, ativos judiciais8 meses

    Uma triagem que levava dias passou a levar minutos.

  • Software de dados em tempo realCRO fractional

    Forecast de 45% para 75% de precisão, com o plano de vendas cumprido.

Quando não é a resposta

Dizer isso importa mais do que parece — você não queima capital indicando algo que não se aplica.

Quando a cadeira exige presença diária e decisão de hora em hora.

Quando o que falta é execução, e não decisão. Aí o cliente precisa de equipe, não de cadeira.

Quando o cliente quer alguém para cumprir tarefa já definida. Isso é alocação, e não é o que fazemos.

Quando o cliente pode e quer sustentar um executivo em tempo integral e a busca está fechando. Nesse caso a sua busca é o caminho, e nós saímos da frente.

Quando não há na rede quem atenda ao perfil. Preferimos dizer isso a alocar o disponível.

Tem uma busca que não fecha?

Traga o cenário. A primeira conversa é de leitura: se um mandato fractional não é a resposta, dizemos isso — e a sua busca segue sem nós.

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