Quem somos

A C-Fractionals nasceu de um padrão que apareceu antes de existir empresa para atendê-lo: convites para ocupar uma cadeira executiva por um tempo determinado, em projetos que exigiam repertório de diretoria e não justificavam um cargo.

O convite que se repetiu

Há um ano e meio recebi o primeiro convite desse tipo. Vieram outros, e todos tinham a mesma forma: um projeto com início, meio e fim — uma digitalização, uma mudança estrutural, uma decisão grande — que pedia senioridade e não pedia um diretor. A demanda do dia a dia não sustentava a cadeira; o projeto não andava sem ela.

Por um tempo tratei isso como exceção. Até entender que era o formato. Se o mesmo convite chega de empresas diferentes, o que falta no mercado não é profissional disponível: é uma forma de contratar senioridade por tempo determinado sem abrir uma vaga para isso.

Aí começou a parte que deu trabalho. Vender uma cadeira por fração do tempo obriga a resolver três coisas: provar o que foi feito sem transformar a relação num relatório mensal; controlar as horas de um jeito que o cliente enxergue e homologue; e atravessar as primeiras semanas — aquelas em que se entende a empresa, e que são as mais caras — sem cobrá-las como um estudo à parte. A metodologia e o portal em que o cliente acompanha tudo nasceram das duas primeiras perguntas. O formato de contrato nasceu da terceira.

E faltava uma peça. Um executivo sozinho, vendendo a própria cadeira, esbarra num limite óbvio: quando o cliente precisa de outra cadeira, ele não tem o que oferecer — e quando se vende, muitas vezes está abrindo a porta para o trabalho de outro. Conversei sobre isso com o Nelson Blanco, que conheço de longa data. Ele entendeu o modelo na primeira conversa e topou. A rede começou aí, e é por isso que ela cresce: a cadeira que um ocupa é a porta da cadeira ao lado.

Rodrigo Burattini

Quem ocupa as cadeiras hoje

Atuamos no mesmo regime que a rede oferece ao cliente. Por discrição, não nomeamos as empresas em que cada um passou; a trajetória de cada um está no LinkedIn, para quem quiser ir mais fundo.

Rodrigo Burattini

Rodrigo Burattini

Tecnologia e IA

Ocupa as cadeiras de tecnologia e de IA: arquitetura e escolhas estruturantes, a decisão de construir ou comprar com custo de primeiro ano na mesa, o desenho e a maturidade do time, e o uso de IA com governança e soberania de dados desde o projeto — não remendados depois.

Física (USP) · MBA em Tecnologia da Informação (FGV) · MBA em Inteligência Artificial (Impacta)

Perfil no LinkedIn
Nelson Blanco

Nelson Blanco

Comercial

Ocupa a cadeira comercial: estratégia de crescimento e desenho de mercado, governança do funil e um forecast em que se possa apostar, liderança da equipe e a rentabilidade de cada cliente — e não apenas o volume vendido.

Engenharia Elétrica (USP) · MBA (Babson College) · Especialização em Administração (FCAV-USP)

Perfil no LinkedIn

A rede está em formação

Qualquer cadeira de diretoria pode ser ocupada em regime fractional — a lógica não muda entre tecnologia, finanças, marketing, operações ou gente. Estas duas são as que ocupamos hoje, e há conversas em andamento com executivos de outras áreas.

Se a cadeira que a sua empresa precisa não está aqui, a conversa começa do mesmo jeito: dizemos na hora se temos alguém, inclusive quando não temos.

Conte o seu cenário

A primeira conversa é com quem vai ocupar a cadeira, não com um comercial. Serve para entender o problema e dizer com franqueza se um mandato fractional é a resposta — inclusive quando não é.

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